domingo, 21 de fevereiro de 2010
domingo, 18 de outubro de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Travesti que imita Madonna no Chile reune até 20 mil fãs
14/07/09 - 08h44 - Atualizado em 14/07/09 - 09h41
Travesti que imita Madonna no Chile reune até 20 mil fãs
Elias Figueiroa ganha cerca de R$ 150 mil por ano com shows
Do EGO, no Rio
O chileno Elias Figueiroa já reuniu cerca de 20 mil fãs em um show. Mas o rapaz de 28 anos não é cantor, e sim um travesti que imita a estrela Madonna. Obcecado pela cantora, Elias se apresenta há dois anos e, depois de receber cerca de R$ 30 por seu primeiro show, já chega a ganhar cerca de R$ 150 mil por ano com suas apresentações. O jornal britânico "Daily Mail" contou a história do chileno, que é apaixonado por Madonna desde a infância. "Desde a primeira vez que ouvi 'Like a Virgin', na infância, quis saber tudo sobre Madonna. E hoje sou como ela", orgulha-se.

Elias Figueiroa, na versão "Madonna", e vestido como homem

Travesti se apresenta para centenas de pessoas em inauguração de loja, em Santiago do Chile
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Concurso Beleza Gay elege a mais bela transformista em SP
Concurso Beleza Gay elege a mais bela transformista em SP
Por Redação 19/6/2009 - 13:13
Acontece no próximo dia 30/06, a partir das 22h, no Clube Piratininga, em São Paulo, mais uma edição do concurso Beleza Gay.
O evento, que vai escolher a mais bela transformista, será apresentado por Nildo, dono de uma famosa marca de perucas, Gretta Star e Silvetty Montilla. Hellen Cardoso (Mulher Moranguinho), Adriana Bombom, Scheila Mello, Rita Cadillac e Sabrina Boing Boing serão os jurados do concurso.
Durante o concurso, nomes consagrados da noite gay paulistana, como Layla Ken, Marcinha Corinto, Carla Hellen e Camila Prinss, apresentam números especialmente criados para o Beleza Gay 2009.
Segundo os organizadores, o objetivo é "exaltar o transformismo e mostrar o talento de belos jovens gays". A vencedora do concurso irá participar do Miss Brasil Gay, realizado há 32 anos em Juiz de Fora, representando o Distrito Federal.
Este ano, o Beleza Gay conta com a participação de 22 candidatas, que vêm de cidades como Campinas, São Roque, Santo André, São Caetano do Sul, São Paulo, São Bernardo do Campo, Marília, São Carlos, Limeira, Santos, Taubaté, entre outras.
Realizado desde 1994, o Beleza Gay é organizado pelo cabeleireiro Luiz Carlos Santos. No ano passado, a vencedora do concurso foi Ruby Della Vega, de Taubaté.
Serviço:
Concurso Beleza Gay 2009
Terça, dia 30 de junho, a partir das 22h
Local: Clube Piratininga - Alameda Barros, 376, Higienópolis.
Venda antecipada de convites: Loja Acessórios Arco-Íris (rua Vitória, 30, Centro).
Fonte: A Capa
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Segunda Acontece é Cabaret
Por Paco Llistó*
Fonte/ Source: A Capa
20/04/09

Crédito Foto: Eduardo Morais / Jornal Abalo
O Café Concerto Uranus, no centro de São Paulo, foi palco ontem da reestreia do espetáculo Segunda Acontece, que chega a sua quinta temporada após três anos de sucesso. Com elenco renovado, a edição desta segunda-feira contou com a participação especial de Dimmy Kieer e Vitória Principal. Reinando absolutas, Silvetty Montilla, Divina Núbia, Boo, Llady Meteora e Salette Campari completaram o cast.


"No flagrante, um grupo de amigas, confraternizando no Café-Teatro Uranus, em plena noite de segunda-feira, dia 27/04"
Dividido em duas partes, Segunda Acontece é uma espécie de vitrine de drags. A reunião de talentos e backgrounds distintos garante a diversão, mas não necessariamente surpreende. Mas será que isso é necessário? O agradável espaço do Café Concerto Uranus, com uma decoração kitsch que reproduz o ambiente de um cabaré, colabora para a atmosfera única do espetáculo. Segunda Acontece não é para fazer pensar: é entretenimento em sua forma bruta.
Não espere, portanto, uma revolução. As drags que integram o elenco, com destaque para Silvetty Montilla, conquistam pela relevância das piadas e pela rapidez do improviso. Elas repetem e abusam de gags e bordões, mas sabem que fórmulas prontas também fazem rir. Segunda Acontece pode até ser uma mera repetição dos shows dos clubes gays, mas seu diferencial está justamente na reunião dos maiores e mais importantes nomes do underground artístico paulistano.
O formato drag queen dubladora está presente nos vinte minutos iniciais. Nessa primeira parte, há números ousados, como o de Llady Meteora e sua dublagem perfeita de "Easy as Life", da cantora canadense Deborah Cox. Silvetty Montilla, quem diria, arrisca dublar também, mas sem estar certa de sua própria apresentação, comete deslizes e permanece apenas na (boa) intenção. Já na segunda parte, é ela mesma, Silvetty, que mostra as caras e toda sua criatividade: parodiando a apresentadora mirim Maysa, a drag comanda seu programa de velhos e novos talentos, interagindo com a plateia e imprimindo um novo ritmo ao espetáculo.
Antes de ir, preste atenção nestas dicas: é bom reservar um lugar porque o espaço das mesas é o mais privilegiado; outra coisa é que a casa cobra R$ 5 de consumação mínima (mas tomar um drinque ou comer as deliciosas porções faz parte do show). Segunda Acontece segue em temporada até 29 de junho.
* Especial para o site A Capa
Serviço:
Segunda Acontece, segundas-feiras, às 21h
Café Concerto Uranus
rua Doutor Carvalho de Mendonça, 40 - Campos Elísios - SP
Telefone para reservas: 3822-2801 / 7622-3668.
Ingressos: R$ 20.
Dzi Croquettes: Os transformistas brasileiros da contracultura que enfrentaram a ditadura



| Dzi Croquettes Por Thereza Pires | 3/9/2004 |
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Arbitrariedades na ditadura militar Leia mais sobre Hirschfeld Travestismo ou Androginia nos palcos cariocas Homossexuais masculinos, dirigidos pelo coreógrafo norte-americano Lennie Dale, usavam a arte de representar e dançar para fazer seu protesto irreverente. Não se consideravam travestis, mas andróginos. A equipe original era constituída, além de Lennie Dale, por Wagner Ribeiro (autor dos textos) e os bailarinos Ciro Barcelos, Cláudio Gaya, Reginaldo de Poli, Rogério de Poli., Cláudio Tovar, Paulo Bacellar, Carlinhos Machado, Benedictus Lacerda, Eloy Simões e Bayard Tonelli.
Leia a entrevista de Sergio Mamberti sobre teatro na ditadura e conheça o site da Radiobrás: Conheça o site da Radiobrás: www.radiobras.gov.br História Completa da Bossa Nova
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Dzi Croquettes
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| Histórico Grupo carioca que cria Gente Computada Igual a Você, 1972, espetáculo irreverente e perturbador, alinhado à contracultura, à criação coletiva e ao teatro vivencial. Originado de um show de boate, posteriormente transferido para São Paulo na casa noturna TonTon, sua marca prende-se à equipe: um grupo de homossexuais masculinos que assume a opção e dela faz uma bandeira de afirmação de direitos. Na equipe criadora do espetáculo constam os nomes do coreógrafo Lennie Dale, do autor Wagner Ribeiro de Souza, e dos bailarinos Cláudio Gaya, Cláudio Tovar, Ciro Barcelos, Reginaldo de Poli, Bayard Tonelli, Rogério de Poli, Paulo Bacellar, Benedictus Lacerda, Carlinhos Machado e Eloy Simões. Estruturado como um grande show musical, a realização conhece o sucesso em São Paulo, no Teatro Treze de Maio, em 1972. Gente Computada apresenta números cantados, dublados e dançados, entremeados por monólogos que equacionam as experiências de vida dos integrantes. Tais textos de interligação, de autoria de Wagner Ribeiro, primam pela ironia, duplo sentido e tom farsesco. A montagem recicla práticas da antiga revista musical, do show de cabaré e da tradição norte-americana do entertainement. As coreografias de Tinindo Trincando, música dos Novos Baianos, e Assim Falou Zaratustra, em versão dance e technopop, constituem momentos altos da realização. Figurinos ousados, maquiagem pesada e o contraste dos corpos masculinos em trajes femininos imprimem ao espetáculo tons de grotesco, de deboche e espírito ferino. Um árduo trabalho de interpretação e de dança é empreendido pelo bailarino Lennie Dale, para transformar o que era um ajuntamento de indivíduos numa trupe artística, elogiada pela crítica. Em Paris, os Dzi Croquettes conhecem a consagração internacional. Em 1973 e 1974, fazem longas temporadas no Le Palace e, entre outras atividades, participam do filme Le Chat et la Souris, de Claude Lelouch. Uma parte da equipe cria um novo espetáculo, Romance, de Cláudio Tovar e Wagner Mello, 1976, que não alcança a mesma projeção do anterior. Posteriormente um elenco feminino vem agregar-se ao núcleo fundador, mas esta alternativa não amplia as propostas iniciais e, pouco tempo depois, o grupo se dissipa. Inspirado no conjunto norte-americano The Coquettes e no movimento gay atuante na off-Broadway, a equipe soube equacionar conteúdos brasileiros para falar de nossa realidade, desde a repressão sexual até a censura e a ditadura. O grupo está na origem de uma corrente que veio a se desenvolver posteriormente, vinculada ao travestismo, ao deboche, à exploração do virtuosismo dos membros da equipe, à caricatura, à farsa e à comédia de costumes. Influencia a criação do grupo Vivencial, do Recife, e diversos grupos gays da Bahia, nos anos 80 e 90. Atualizado em 16/10/2007 | |||
| Clique no espetáculo para mais detalhes 1972 - Rio de Janeiro RJ - Gente Computada Igual a Você 1973 - São Paulo SP - Dzi Croquettes 1974 - Rio de Janeiro RJ - Dzi Croquettes Internacionales 1976 - Rio de Janeiro RJ - Romance 1980 - Rio de Janeiro RJ - Dzi Croquettes - TV Croquette Canal Dzi |
| Fontes de Pesquisa BARUE, Rosa Maria Lobert de. A palavra mágica Dzi: uma resposta difícil de se perguntar: a vida cotidiana de um grupo teatral. Campinas, SP, 1979. Dissertação (Mestrado), Unicamp. Atualizado em 23/10/2004 |
Fonte: Itau Cultural
GELÉIA GERAL - Sua revista virtual semanal - 17.05.2009

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